CMV aprova projeto de lei que promove ajustes na estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Segurança Pública
CMV aprova projeto de lei que promove ajustes na estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Segurança Pública
PUBLICADO EM 18/06/2025 - 12:51

Na sessão plenária desta terça-feira (17), a Câmara Municipal de Viamão – CMV aprovou o projeto de lei 78/2025, que objetiva alterar a lei municipal nº 5.477/2025, a qual dispõe sobre o ordenamento estrutural dos órgãos da Administração Municipal de Viamão, especificamente no que se refere à Secretaria Municipal de Segurança Pública. A proposta busca promover ajustes na estrutura organizacional da referida Secretaria, com a criação dos cargos de Ouvidor e de Corregedor da Ouvidoria, funções essenciais ao fortalecimento dos mecanismos de controle interno, transparência e eficiência administrativa. 

O Poder Executivo justifica que a criação do cargo de Ouvidor da Secretaria Municipal de Segurança Pública atende à necessidade de estabelecer um canal institucional direto entre a população e a gestão pública, possibilitando o acolhimento e encaminhamento de manifestações, sugestões, denúncias e elogios dos cidadãos. Esta função tem papel fundamental na promoção do controle social e na melhoria contínua dos serviços prestados pela Secretaria, além de reforçar os princípios da publicidade, eficiência e participação popular. 

Além disso, o Executivo expõe que, paralelamente, o cargo de Corregedor da Ouvidoria visa assegurar o rigor técnico e ético na apuração das manifestações recebidas, garantindo o devido tratamento das demandas internas e externas relacionadas à conduta de servidores e à qualidade dos serviços públicos. Trata-se de função de caráter corretivo e preventivo, cuja atuação contribuirá significativamente para o fortalecimento da integridade institucional e para o aprimoramento dos processos administrativos. 

Por fim, o Executivo informa que a inclusão das novas funções está compatível com os parâmetros orçamentários e não implicará em impacto financeiro desproporcional aos cofres públicos, considerando o redimensionamento interno e a reestruturação de funções já existentes.